Aventura

Viagem ao Jalapão em grupo – Dia 2 da Expedição RF TUR

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Estrada, Pedra Furada e Lagoa do Japonês: a primeira imersão no Jalapão

A expedição começa de verdade

Hoje a expedição realmente começa.
Depois do café da manhã em Palmas, saímos cedo do hotel em direção à base do nosso receptivo. A partir desse ponto, muita gente passa a entender, na prática, como funciona a logística de uma viagem ao Jalapão em grupo.

Além disso, é exatamente nesse momento que deixamos a capital para trás e começamos a entrar no ritmo do cerrado. Pouco a pouco, as estradas mudam, os trechos de terra surgem e a paisagem começa a se transformar. Com isso, fica claro que estamos entrando em um dos destinos mais preservados do Brasil.

O que levar para o Jalapão: organização faz toda a diferença

Antes mesmo de sair, surge uma das dúvidas mais comuns de quem pesquisa sobre o destino:
o que levar para o Jalapão?

Por isso, já deixo uma dica fundamental que impacta diretamente na experiência.

Além da mochila principal, é essencial levar uma mochila menor para o dia a dia. Isso porque as malas seguem no bagageiro superior do veículo. Assim, só voltamos a ter acesso a elas no fim da tarde, quando chegamos à pousada.

Da mesma forma, durante a expedição, não é permitido levar malas rígidas ou de rodinhas dentro do transporte. O espaço é limitado e o trajeto exige praticidade. Por esse motivo, o ideal é usar uma mochila flexível de até 20 litros, além de uma bolsa menor que fica com você no colo.

Nessa bolsa menor, portanto, recomendo sempre levar protetor solar, repelente, carregador, documentos e tudo o que você pode precisar ao longo do dia.

Caso contrário, se alguém viajar com mala rígida, existe uma solução simples. O receptivo que atende os clientes da RF TUR oferece a possibilidade de guardar essa mala em segurança. Assim, a logística da viagem fica muito mais prática.

Primeira grande parada da expedição: Pedra Furada

Seguimos estrada. Primeiro em asfalto.

Grupo da RF TUR na Pedra Furada, vivendo o primeiro grande atrativo da expedição ao Jalapão


Depois, pouco a pouco, o terreno começa a mudar. É então que o Jalapão começa a se revelar.

A primeira grande parada do dia é a Pedra Furada, um dos cartões-postais mais conhecidos da região.

Antes da subida, recebemos orientações importantes: uso de capacete, silêncio no local e a recomendação de não utilizar protetor solar ou repelente naquele momento, já que o cheiro pode atrair abelhas.

A formação da Pedra Furada impressiona. Além disso, as marcas no arenito indicam que aquela região já esteve submersa, o que revela a presença de antigos mares. Como resultado, os “furos” na rocha são fruto de milhões de anos de erosão natural.

Enquanto caminhamos, o ambiente fica ainda mais especial com o som dos pássaros. Nesse sentido, o canto ecoando entre as rochas torna o passeio muito mais contemplativo.

Entrada oficial da Pedra Furada, um dos cartões-postais mais famosos do Jalapão

O acesso à Pedra Furada exige ingresso. No entanto, ele já está incluso no roteiro da expedição com a RF TUR, assim como todos os ingressos dos atrativos visitados a partir da entrada no Jalapão.
Além disso, o pacote contempla café da manhã, almoço, jantar (bebidas à parte) e serviço de bordo.

Lagoa do Japonês: águas cristalinas no cerrado

Após o almoço, seguimos para a Lagoa do Japonês, localizada em Pindorama do Tocantins.
Embora não esteja geograficamente dentro do Jalapão, ela faz parte do roteiro por ser um atrativo imperdível.

A Lagoa do Japonês é um dos atrativos mais impressionantes do roteiro da viagem ao Jalapão com a RF TUR

Aqui, algumas recomendações fazem toda a diferença:
sandália aquática, óculos de mergulho e capa impermeável para celular.
Caso alguém esqueça, é possível alugar esses itens no próprio local, antes de entrar na lagoa.

A água cristalina revela formações rochosas submersas. Além disso, a acústica do lugar surpreende. Por isso, é um daqueles pontos em que o silêncio fala mais alto.

Assim como na Pedra Furada, o ingresso da Lagoa do Japonês também já está incluso no roteiro da expedição.

Encerramento do dia em Ponte Alta do Tocantins

No fim da tarde, seguimos para Ponte Alta do Tocantins, considerada a capital do Jalapão, onde ficamos hospedados.

O jantar acontece na própria pousada em Ponte Alta do Tocantins.
Nesse momento da viagem ao Jalapão em grupo, é hora de relaxar, reorganizar a mochila, colocar as roupas de banho para secar, carregar os equipamentos eletrônicos e, principalmente, descansar para o próximo dia de aventura.

Enquanto isso, o clima já muda. Afinal, a expedição começa a entrar em uma fase ainda mais intensa.
Amanhã o dia começa cedo e promete ser inesquecível. Por isso, vamos conhecer cânions, comunidades quilombolas, dunas e um dos pores do sol mais emblemáticos do Jalapão, experiências que fazem da viagem ao Jalapão em grupo algo tão especial.

Além disso, é justamente a partir daqui que a expedição ganha um ritmo completamente diferente.
E, por esse motivo, no próximo post eu te conto exatamente por quê.


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👉 Leia o Dia 1 no blog:
https://rftur.com/blog/viagem-ao-jalapao-em-grupo-dia-1-da-expedicao-rf-tur/

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